Arquivos de: fevereiro 2010

DEPOIS DA TEMPORADa NO RIO, ESTRÉIA EM SÃO PAULO O MUSICAL HAIRSPRAY
26 de fevereiro 2010
Andreas Kisser Bruno Fagundes, Mara Carvalho e Carlos Martins
Beth Szafir Sandro Chaim
Miguel Falabella Sabrina Parlatore
Cássio Reis Caroline Bittencourt
Bruna Lombardi Fernando Pires
Fafi Siqueira O espetáculo
Andre Bancof Laura Wie
Jandira Martini e Marcos Caruso Jair Rodrigues e Tania Kalil
Marcelo Medici Sidney Magal
Maria Candida André Segatti
Karina Bacchi Beth Lago
Silvia Poppovic Fred Lessa
Wanessa Camargo Miguel Falabella e Laura Cardoso
Arlete Salles Edson Celulari
Por Caio Gallucci

Atemporal Gucci
26 de fevereiro 2010
A marca Gucci apresentará sua coleção de inverno 2011 – em Milão em breve, enquanto isso, a campanha dos relógios foi lançada.
Eles usaram imagens originais dos anos 50 aos 70. Nos fifty’s aparece os artesãos em seu atelier. E nos 70’, minhas favoritas, são com a super modelo russa Veruschka e o ator britânico Peter Sellers, de A Pantera Cor de Rosa. Ela foi uma das modelos mais famosas dos anos 60, extremamente sofisticada se tornou ícone destes anos com o filme Cult “Blow Up” de Michelangelo Antonioni.
É a marca refazendo sua historia e afirmando seus valores tradicionais e atemporais dentro deste universo da moda. Como será a coleção? Em breve.
Mariana Rachel Roncoletta
Fotos: reprodução

Entre pássaros empalhados e muita gente bonita é inaugurada em são paulo a nova casa noturna lions club
25 de fevereiro 2010
Reinaldo Lourenço Cacá Ribeiro
Detalhe da Festa Augusto Arruda Botelho
Sérgio Kalil Detalhe da Festa
DJ Beto Amaral e Pedro Igor de Alcântara
Dudu Linhares Facundo Guerra
Dudu Bertholini Detalhe da Festa
Por Caio Gallucci

A ironia perversa de Christopher Kane
24 de fevereiro 2010
O designer apresentou sua coleção em Londres tendo como base o couro preto todo rebordado com flores. Suas referências são jovens delinqüentes, mas “católicas” – boas moças, disse Kane.
As memórias das roupas da sua irmã adolescente misturadas com os figurinos de Elvis, já na segunda fase explicam as pedrarias e bordados.
O trabalho é sexy e as peças são bem acabadas, porém Sara Moyer, jornalista do Style.com alerta que o designer tem que tomar cuidado para não ficar preso a sua formula sexy já consagrada. Afinal, relembro a moda é efêmera e louca por experimentações.
Por Mariana Rachel Roncoletta
Fotos: divulgação

London Fashion Week: Vivienne Red Label
23 de fevereiro 2010
O desfile da marca que se firmou com protestos punk, nos anos 70 já aconteceu em Londres. Na passarela Westood imaginou o planeta Terra nos anos 2100, ou o que restou dele em uma proposta apocalíptica, afirmou Tim Banks. Suas t-shirts, em forma de protesto foram batizadas de “Loyalty 2 Gaia”, uma maneira de simbolizar o amor a mãe Terra.
Para as cores, os vivos como laranjas, azuis e pinks saturados trazem uma harmonia acida da qual a designer é especialista. As sobreposições e os volumes assimétricos estão presentes em toda coleção. Os casacos jogados e o mix de xadrezes são os pontos altos, detalhe também para a bota Pink laminada.
Por Mariana Rachel Roncoletta
Fotos: divulgação

LILIAN PACCE
19 de fevereiro 2010
O médico e o monstro, o figurinista e o ator… Fause Haten
“O Médico e o Monstro” é um musical que adapta o clássico livro de Robert Louis Stevenson. A versão brasileira está programada pra estrear em maio – e sabe quem vai fazer o figurino? Fause Haten! Pois é, o estilista está cada vez mais próximo do mundo das artes, cantou ao vivo no desfile de outono-inverno 2010 do SPFW e agora vai partir pra essa nova empreitada. Infelizmente ele ainda não pode divulgar croquis, mas mesmo assim o Blog LP conversou com ele sobre o assunto, confira:
Como aconteceu o convite pra fazer o figurino do musical?
Tenho muitos amigos atores e em musicais. Fui apresentado por um deles, o Marcus Tumura, ao Diego Ramiro e à Lilian Cordeiro da Kabuki Produções. Eles estão montando “O Médico e o Monstro”, versão brasileira do “Dr. Jekyll and Mr. Hyde”, com livre adaptação. Fiz uma entrevista com eles e com o diretor americano Fred Hanson, responsável pelo projeto, e alguns meses depois recebi o convite oficial.

Imagem do clássico “O Médico e o Monstro”
É a primeira vez que você vai fazer figurino de musical ou já teve outras experiências na área?
Em figurino de um musical, sim, é o primeiro. Já fiz muitos figurinos de teatro nos anos 90, sempre como executor. Eram projetos assinados por Fabio Namatame e Regina Guerreiro.
Você chegou a ver alguma versão da peça? O figurino vai ser totalmente original ou inspirado em algum que já existe?
No teatro, não. Já vi uma montagem da Broadway em DVD, mas preferi não rever pra não me influenciar. A montagem será uma livre adaptação, não é como no caso de musicais como “Miss Saigon” e “A Bela e a Fera” montados aqui no Brasil, que são franquias com montagens exatamente iguais às originais. Sendo assim, estou me atendo a entender o texto pela visão do autor e a visão do diretor sobre ele, e a partir daí coloco meu trabalho e minha visão pra criar os personagens.
Você poderia adiantar alguma coisa sobre o que está pensando em fazer? Já tem alguma coisa adiantada?
Serão mais de 30 atores e aproximadamente 150 figurinos. Falamos da Inglaterra do final do século XIX. A minha idéia, seguindo a orientação do Fred e apesar de manter a fidelidade ao período, é dar um ar contemporâneo. Essa é uma obra de muitos personagens masculinos e estou adorando fazer isso, já que não tenho exercitado a moda masculina. Além disso, nos femininos, poderei fazer aquilo que sei fazer muito bem.

cartaz de uma das versões cinematográficas da história
Você cantou no seu último desfile, pelo visto tem feito aulas. Existe uma vontade de ir pros palcos?
Ser ator e cantor é mais uma coisa que estou somando na minha vida. Sempre gostei de teatro e decidi me dedicar a isso como “hobby” faz 4 anos, mas parece que está ficando sério… Acabei de me formar ator no Teatro Escola Célia Helena e faço preparação vocal há 3 anos. Faço curso de dança, já fiz clown, mímica, teatro físico e vários workshops na área. Entendi que através do teatro a minha expressão passa a ter um campo de ação muito maior e isso me estimula muito. Quando atendo uma cliente lojista ou de varejo, monto um cenário, uma festa, uma almoço, dou a ela uma armadura… uma cena. O teatro me dá possibilidades de me expressar com a palavra, com o corpo, com a voz, escrevendo, fazendo figurinos, cenários, luz, vídeo, e me interesso por isso tudo. Cantar no desfile é uma consequência dessa vontade de ampliar meu campo de expressão, da mesma forma que fiz a foto do convite do desfile, várias das fotos do meu site, os textos do blog (www.espacofh.com.br) etc. Essa mesma liberdade tem me dado excelentes resultados criativos, e consequentemente boas vendas tanto na linha roupas quanto na de jóias e bolsas.
Mas existe algum plano concreto pra ser ator?
Com certeza me interesso em atuar e cantar, e além disso amo musicais, já tenho atuado em produções amadoras e hoje, formado, já me sinto preparado para atuar profissionalmente. Nesse momento vou aproveitar a oportunidade pra ver uma montagem de perto e sei que será uma ótima experiência. Semana passada foram aprovados os primeiros projetos de figurino e cenário, e o caminho é incrível! A equipe toda é muito apaixonada e tenho certeza que teremos um lindo resultado.
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Balanço NY
19 de fevereiro 2010
Terminou ontem a semana de desfiles de inverno 2010/11 de Nova York. Nest post mostro imagens das principais marcas. Foi uma estação sem grandes novidades revolucionárias, as propostas de NY já estavam presentes nas passarelas do Brasil e deverão se repetir em Milão e Paris.
O foco central desta estação, parece ser, os materiais: peles, lãs, penas, veludos, feltros, acetinados, com brilho e assim vai.
Atenção especial para os tricôs e veludos de Ralph Lauren, as peles de Mendel e os metalizados de Carolina Herrera e Naeem Klan, este último com uma pegada glam-rock muito forte.
O tailloring, nas variações assimétricas principalmente para blazers e casacos são recorrentes em diversas coleções. Criam volumes que reforçam a já consumada tendência dos volumes arquitetônicos. Calvin Klein é um ótimo exemplo, impecável nos casacos-vestidos. Os costumes mais retos também marcaram presença, é o caso da 3.1 Phillip Lim.
Quanto as estampas, o xadrez que vimos muito nas nossas passarelas continua implacável. Veja: Tommy Hilfiger, Isaac Mizrahi e Davidelfin. Em outra vertente da estamparia, os multicoloridos como a do Stephen Burrows.
As cores das cartelas predominam os neutros, isto é: brancos, beges, cinzas e pretos. Em algumas passarelas, como a do próprio Mizrahi, Lacoste , Donna Karan os tons vivos que passeiam entre azuis, vermelhos e alaranjados acenderam as coleções.
Este é um breve resumo das passarelas de NY que se relaciona, claro, com o post anterior do Marc Jacobs: em tempos de Blogs, Facebook, Twitter e transmissões web ao vivo temos a sensação de que já vimos tudo e no fundo, vimos mesmo. A informação é gigantesca e constante. Resta saber dentre estas “novidades”, quais são aquelas que nos apetecem.
PS: Caro leitor, desculpe o post gigantesco, mas eu precisava informá-lo.
Mariana Rachel Roncoletta
Fotos: divulgação
alinne rosa brilha COM FIGURINO FH POR FAUSE HATEN nos 4 dias de carnaval de salvador
19 de fevereiro 2010
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Pensando Moda – “Um manifesto anti-modernista” por Marc Jacobs
18 de fevereiro 2010
Assim definiu a coleção, disse o próprio designer. É uma estação neutra que não traz novidades.
Vou explicar suas palavras, as vanguardas artísticas modernas tentaram e muitas conseguiram quebrar com a mimese de outros tempos, ou seja, inventar algo novo que repudiasse totalmente uma leitura histórica e estética já pré-formulada. Questionaram a arte e seu sistema. Seria a obra, sua plasticidade física ou a sua intenção de realização? O palpável ou o inatingível? Questões muito discutidas na Arte Contemporânea.
Já no sistema de Moda, sempre se espera O NOVO. Sua essência, como moda é a efemeridade cada vez mais acelerada. A questão é: Como criar algo novo a cada estação? Como inventar algo renegando sua própria história, como designer e como marca? No mercado de moda, a novidade é associada à identidade da marca, se assim não o for, seu consumidor não a reconhece mais.
O que Marc assumidamente fez em Nova York foi rever sua historia e propor uma coleção mais neutra, sem grandes espetáculos o que criou em alguns jornalistas a sensação de déjà vu. Afinal ele repetiu suas formulas certeiras, sem criar aquela sensação de espetáculo na passarela.
É uma coleção muito bem elaborada, elegante, neutra que repassa o repertório de quase 20 anos de trabalho do próprio Marc . Estou cansado de buscar sempre o novo, disse Jacobs. E você, se cansou desta busca?
Por Mariana Rachel Roncoletta
Fotos: divulgação
ALINNE ROSA ANIMA FOLIÕES NO 1° DIA DO CARNAVAL DE SALVADOR COM FIGURINO FH POR FAUSE HATEN
12 de fevereiro 2010
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